o gateway Strophalos de Hecate
Hecate

Ἑκάτη — a senhora das chaves,
guardiã das encruzilhadas

+
a governança Roda apotropaica
Apotropaia

ἀποτρόπαιος — o que
repele o mal e desvia o azar

Uma porta para toda a IA da empresa.
Um guardião em cada requisição.

O Hecate concentra todo o tráfego de IA num único gateway — e decide o melhor modelo para cada caso. O Apotropaia decide o que pode passar por ele, com quais dados, e registra tudo.

Hecate — o gateway

Toda a IA da empresa por uma porta só

Os aplicativos falam o protocolo que já conhecem (API compatível com OpenAI) e apontam para o gateway. A partir daí, provedores, modelos, chaves, custos e políticas são decisão central — não de cada app.

O modelo certo, independente do que a requisição pediu

O app pede um modelo — ou não pede nenhum — e o Hecate resolve o destino de verdade: modelo padrão por aplicativo, modelo travado, lista de permitidos e mapeamentos por padrão que decidem qual provedor atende cada nome. Trocar o modelo de toda a empresa é editar uma linha no painel, sem tocar em nenhum aplicativo.

E para escolher com dados, não com opinião: o modo validação roda cada resposta oficial, em paralelo e sem custo de latência, contra modelos alternativos — e o painel compara conteúdo, tokens e custo lado a lado. A decisão de migrar de modelo sai de um relatório, não de um palpite.

hierarquia: travado → header → pedido → padrão · mapeamentos exact / prefix / regex

API compatível com OpenAI

Drop-in: qualquer app ou biblioteca que fala com a OpenAI funciona trocando só a URL e o token. Nada de reescrever integrações.

Multi-provedor + chave própria

OpenAI, OpenRouter e modelos soberanos atrás da mesma API. Cada app pode ter a própria chave de provedor (BYOK) para cobrança separada.

Streaming em tempo real

Respostas token a token (SSE), liberadas por app. Com limite de duração e contagem de tokens até no stream.

Custos por requisição

Cada chamada tem o custo calculado e agregado: relatório de gastos por modelo e por app, classes de preço configuráveis.

Registro completo

Log estruturado de cada requisição (latências, tokens, decisões) e archive consultável no painel — sem nunca gravar o conteúdo cru quando há tratamento de dados.

Painel de administração

Apps e tokens, provedores, mapeamentos de modelos, validações, gastos e logs — tudo embutido no próprio gateway.

Apotropaia — a governança

Quem pode, com quais dados, para qual modelo

Regras por aplicativo, grupo e usuário decidem acesso, anexos, tratamento de dados pessoais (anonimizar, mascarar ou pseudonimizar com reidentificação na volta), bloqueio por sensibilidade, destino soberano, quotas e vigência — com detectores de dados que a própria empresa configura e auditoria de cada decisão. Ver a apresentação completa do Apotropaia →

A governança em ação

A jornada de uma requisição

O que acontece, na ordem, entre o app apertar "enviar" e a resposta chegar. Em cada parada, um motivo possível de recusa — sempre explícito, sempre registrado.

Aplicativo O prompt sai do app com a identidade de quem pediu O app se autentica com o token dele e repassa o usuário do SSO Azure — a pessoa não faz login em lugar nenhum.
Hecate O gateway autentica o app e pergunta ao guardião Antes de qualquer dado seguir viagem, o Hecate consulta o Apotropaia com app, usuário, modelo pedido, conteúdo e anexos.
Apotropaia As regras são resolvidas e o conteúdo, classificado A regra mais específica vence (usuário > subgrupo > grupo > app > global). Os detectores classificam a sensibilidade do que está sendo enviado. Acesso bloqueado, quota estourada ou conteúdo acima do nível permitido → negado aqui.
Hecate As ações são aplicadas antes de o dado sair Dados pessoais anonimizados, mascarados ou pseudonimizados no prompt e nos anexos; arquivo que não dá para inspecionar é recusado. Se o tratamento é exigido e o serviço falhou → negado, nunca segue cru.
Hecate A requisição vai para o modelo certo O roteamento normal decide o destino — a menos que a governança force outro (com anexo → IA soberana). Destino soberano fora do ar → negado, jamais desviado para o modelo público.
Hecate A resposta volta tratada — inclusive em streaming Retorno mascarado ou reidentificado (os códigos viram os valores reais de novo, só para o app). Em tempo real, a proteção acompanha o stream — ou corta, se aparecer o que não pode sair.
Apotropaia Tudo vira auditoria Cada decisão registrada: quem, o quê, qual regra, qual sensibilidade, qual destino. Alertas em bloqueios e conteúdo sensível; export CSV; trilha de quem mudou cada regra no painel.
Arquitetura

Quem faz o quê

Dois serviços, infraestruturas independentes, painéis interligados. O gateway cuida do tráfego; o guardião, da política. Se a governança estiver fora do ar, o gateway nega — indisponibilidade nunca vira brecha.

Hecate gateway de tráfego Apotropaia cérebro de política
Autentica os aplicativos (tokens por app) Conhece as pessoas (usuários, grupos em 2 níveis, identidade SSO)
Roteia modelos e provedores — mapeamentos, defaults, validação de alternativos Resolve as regras — acesso, anexos, tratamentos, sensibilidade, destino, quotas, vigência
Aplica as ações no fluxo: trata prompt/anexos/retorno, bloqueia, reencaminha Executa os tratamentos — detectores, anonimização, máscara, cofre de pseudonimização
Mede — tokens, latência, custo por requisição, relatório de gastos Audita — decisões, alertas, export, trilha de mudanças no painel

Por que separados? O gateway é infraestrutura de tráfego — precisa ser rápido e estável. A política muda toda semana — precisa ser editável sem medo. Separar os dois deixa cada um evoluir no seu ritmo, com seus bancos, e ainda garante a postura certa de falha: sem o guardião, a porta não abre.